Quanto cabelo é normal cair por dia
Todo mundo perde cabelo todos os dias, e isso não é doença. O cabelo cresce em ciclos, e uma parte dos fios está sempre descansando, esperando para cair. A referência mais usada, da Academia Americana de Dermatologia, é de 50 a 100 fios por dia. Acima disso, a instituição fala em queda excessiva [1].
Outros trabalhos usam uma faixa um pouco maior. Uma revisão clássica sobre queda define o normal entre 100 e 150 fios diários [2]. Um estudo publicado em 2025, que comparou 100 mulheres com queda e 100 sem, também trabalha com a faixa de 100 a 150 fios [3].
Os números não se contradizem. Eles variam porque a conta depende de quanto cabelo a pessoa tem, do comprimento dos fios e de como se mede. Por isso o número isolado diz pouco.
O que importa, na prática, é a mudança de padrão. Duas situações merecem atenção. A primeira é a quantidade cair de forma diferente do seu normal, principalmente se você nota tufos no travesseiro ou no ralo. A segunda é a mudança no próprio cabelo: fio mais fino, risca mais aberta e couro cabeludo mais visível. Cair mais e ficar mais ralo não são sempre a mesma coisa, e as duas merecem avaliação.
A queda espalhada que aparece de repente
Existe um tipo de queda que tem nome próprio: eflúvio telógeno. Em palavras simples, é a queda espalhada que acontece quando muitos fios saem da fase de crescimento ao mesmo tempo e entram na fase de queda. Ela não é localizada, ataca a cabeça toda, e costuma aparecer de dois a três meses depois de um evento que mexeu com o organismo.
As causas mais conhecidas estão bem descritas: falta de nutrientes, pós-parto, depois de uma doença séria, alteração da tireoide ou uso de certos medicamentos [15].
É uma queda que assusta justamente porque é visível. A pessoa tem a impressão de estar perdendo o cabelo todo de uma vez, e a quantidade que aparece no banho reforça essa sensação.
O que a menopausa muda
Se você está entre os 40 e os 55 anos e notou o cabelo mais fino, essa percepção tem explicação hormonal e está documentada.
Uma revisão publicada em 2025 sobre menopausa e queda de cabelo descreve o que a mudança hormonal faz: o cabelo perde quantidade e o fio fica mais fino, com a textura também diferente. A mesma revisão aponta que três quadros aparecem com mais frequência depois da menopausa [4].
O mecanismo é fácil de entender. O estrogênio e a progesterona ajudam o cabelo a ficar mais tempo na fase de crescimento. Quando esses hormônios caem na menopausa, o fio cresce mais devagar e fica mais fino. Ao mesmo tempo, os hormônios masculinos, que existem em pequena quantidade no corpo da mulher, passam a pesar mais sobre a raiz e vão afinando o fio aos poucos [8].
Quão comum isso é
Mais comum do que se imagina. Um estudo com 178 mulheres na pós-menopausa, com idade média de 58,8 anos, encontrou o problema em 52,2% delas. Ou seja: em cada duas mulheres nessa fase, uma apresenta o quadro [5].
Um dado parecido vem pela outra ponta da faixa de idade. No estudo de 2025 citado antes, a estimativa é de que mais de 25% das mulheres tenham queda com afinamento até os 50 anos [3].
Existe ainda uma alteração que dá para medir: a proporção de fios em fase de crescimento cai depois da menopausa, e essa redução é mais visível na parte da frente da cabeça do que atrás [6]. É por isso que a risca costuma ser o primeiro lugar onde a mudança aparece.
O padrão de família
Esse tipo de queda costuma ser familiar, e o sinal inicial típico é a risca do meio ficando cada vez mais larga. Pode começar já na casa dos 30 anos, mas o mais comum é aparecer na perimenopausa, a fase que antecede a menopausa [10].
Se a sua mãe ou suas tias têm risca larga, essa informação vale mais do que qualquer suplemento.
O que a medicina tem para oferecer
A revisão clínica mais recente sobre o tema, publicada no New England Journal of Medicine em 2025, afirma que esse tipo de queda aumenta com a idade e varia conforme a idade de início e a fase hormonal. As opções de tratamento incluem minoxidil, remédios que bloqueiam o efeito dos hormônios masculinos e alternativas sem remédio, como a aplicação de plasma do próprio sangue ou o uso de luz e laser [7].
Vale registrar que essas são opções prescritas e acompanhadas por médico, e não produtos de prateleira.
Ferro, vitamina D e tireoide
Quando a queda é espalhada e não passa, a investigação costuma passar por exames simples de sangue, porque essas faltas aparecem com frequência nos estudos. A leitura mais comum entre os médicos é a de que o problema seja multifatorial, ou seja, várias causas somadas: o desequilíbrio hormonal, a falta de ferro, o estresse e a falta de sono. A orientação que aparece nesse tipo de material é procurar avaliação dermatológica quando a perda diária passa com folga da faixa de 50 a 60 fios considerada normal [9].
No estudo de 2025, as mulheres com queda de cabelo tinham níveis mais baixos de hemoglobina, ferro e reserva de ferro, além de vitamina D, vitamina B12 e alteração da tireoide, na comparação com o grupo sem queda. A diferença na reserva de ferro foi de 39,34 nas mulheres com queda contra 48,09 nas sem queda [3].
Um segundo estudo, com 60 mulheres em idade fértil com queda recente, mediu a frequência dessas faltas. A reserva de ferro baixa apareceu em 56,7% delas, e a falta de vitamina D em 68,3% [11]. Os próprios autores registram duas limitações: a amostra é pequena e o estudo não teve grupo de comparação.
O número da ferritina que quase ninguém explica
Aqui existe uma informação prática que muita gente não recebe no consultório. A ferritina, que é a reserva de ferro do corpo, aparece no exame com um intervalo de referência. Só que esse intervalo foi feito para avaliar anemia, e não cabelo.
Para o cabelo, a recomendação que circula em conteúdo médico especializado é buscar uma reserva entre 40 e 70, bem acima do mínimo que costuma constar no exame [12].
A mesma fonte cita uma análise que reuniu vários estudos sobre vitamina D em diferentes tipos de queda, com 51,9% de falta na queda em placas e 53,5% na queda espalhada [12].
Isso não significa sair tomando suplemento por conta própria. Ferro em excesso faz mal, e tratar a falta errada não resolve a queda. O caminho é medir, interpretar com um médico e tratar o que estiver de fato alterado.
Tireoide
A tireoide entra na lista porque alterações nessa glândula estão entre as causas de queda espalhada, junto com falta de nutrientes, pós-parto, doença recente e uso de medicamentos [15].
Queda depois do parto
A queda depois do parto é provavelmente a mais previsível de todas.
A explicação está no que acontece durante a gravidez. O estrogênio em nível alto prolonga a fase de crescimento do cabelo, e é por isso que muitas mulheres ficam com o cabelo mais cheio na gestação. No parto, esses hormônios caem de uma vez, e todos os fios que estavam com a saída atrasada entram juntos na fase de queda [2].
O tempo disso foi medido. Em um levantamento com mulheres que tiveram filho, 91,8% relataram algum grau de queda, e 73,1% delas disseram sentir ansiedade ou estresse por causa disso. O início foi em média aos 2,9 meses, o pico aos 5,1 meses e o fim aos 8,1 meses [13].
O detalhe que quase ninguém comenta
Existe um achado que muda a forma de olhar para a queda depois do parto. Em um estudo com 200 mulheres nessa situação, 90,5% tinham também outro tipo de queda associado, confirmado por exame clínico e por observação do couro cabeludo com lente de aumento. Na maior parte dos casos era a queda pós-parto somada à queda com afinamento, e apenas 9,5% tinham só a queda do pós-parto [14].
Traduzindo: na grande maioria dos casos, a queda do pós-parto não vem sozinha. Se o cabelo não voltar ao que era depois de um ano, é porque provavelmente havia outra coisa acontecendo junto, e essa parte merece investigação separada.
As canetas emagrecedoras e a queda de cabelo
Este é o assunto que tomou conta das conversas em 2026, e com razão. Dermatologistas brasileiros passaram a falar abertamente em uma segunda epidemia de queda de cabelo, ligada ao uso dos medicamentos da classe do Ozempic e do Mounjaro [19].
O que os estudos mostram
O trabalho mais robusto é um levantamento com 547.993 adultos, publicado em 2026, que encontrou relação entre o uso desses medicamentos e o aumento do risco de queda de cabelo, principalmente a queda espalhada e a queda com afinamento [16].
No mesmo período, um estudo publicado no BMJ em julho de 2026 usou um método que imita um estudo clínico para examinar a relação entre esses remédios e a queda em adultos com diabetes tipo 2, comparando com outras duas classes de remédios para diabetes [17].
Existem números que circulam bastante, mas com origem que merece ressalva. Segundo reportagem da imprensa francesa, estudos conduzidos pelos próprios fabricantes apontaram perda de cabelo em até um paciente em cada dez, e um estudo feito para um dos medicamentos relatou perda de cabelo em até 5,7% dos participantes, contra 0,9% no grupo que recebeu placebo [22]. São dados de fabricante, reportados pela imprensa, e não de documento oficial de órgão regulador.
No Brasil, a bula de um desses medicamentos lista a queda de cabelo como efeito colateral comum, afetando entre 1% e 10% dos usuários [20].
O remédio ataca o fio?
A resposta que a literatura dá é não. O gatilho mais provável é a perda de peso rápida e o desgaste que ela provoca no organismo, e não uma ação tóxica direta do medicamento sobre a raiz do fio. Entre os mecanismos considerados prováveis estão justamente o emagrecimento acelerado e as mudanças hormonais que ele traz [16].
A mesma leitura aparece na imprensa francesa, com a observação de que o que importa é o efeito real do medicamento, que é a perda de peso rápida, mais do que a fórmula em si, e que quanto maior a perda de peso, maior o desgaste sobre o organismo [22].
O quadro descrito no Brasil é o mesmo. Entre as alterações discutidas por especialistas em um encontro realizado em São Paulo em setembro de 2026, a mais comum é a queda espalhada, e o ponto ainda em investigação é justamente o que dispara o processo em quem usa esses medicamentos [21].
E depois, passa?
Na maioria dos casos relatados, sim. Uma coluna de saúde publicada em setembro de 2026 resume o que existe de evidência dizendo que a queda ligada a esses remédios costuma ser temporária e reversível, e registra dois pontos: que os dados são fracos, porque não existe estudo clínico com sorteio de participantes sobre o tema, e que o problema é sério o bastante para fazer alguns pacientes hesitarem em tomar medicamentos dos quais se beneficiariam [18].
O que isso significa na prática: quem está em tratamento com esses medicamentos e percebe queda deve conversar com o médico que prescreveu, e não interromper por conta própria nem começar a tomar suplemento por indicação de rede social.
Lavar o cabelo faz cair mais
Não faz, e esse é provavelmente o mito mais repetido sobre o assunto.
O fio que aparece no banho, na maior parte das vezes, já estava soltando. Deixar de lavar não impede essa queda. A frequência de lavagem deve ser definida conforme o tipo de couro cabeludo [23].
Existe inclusive um risco no sentido oposto. Lavar com pouca frequência ou enxaguar mal favorece o acúmulo de oleosidade, descamação e resíduo de produto no couro cabeludo, e essa camada pode aumentar aos poucos e provocar coceira e vermelhidão [24].
Ou seja: segurar a lavagem por medo de perder fio costuma piorar o cenário do couro cabeludo, sem resolver nada da queda.
O que ajuda e o que é promessa
Aqui vale separar claramente as duas coisas.
O que está sendo estudado de verdade
Entre as opções que aparecem em consultório estão a aplicação de plasma do próprio sangue, os lasers, o uso de luz, a infusão de remédios diretamente no couro cabeludo e a mesoterapia [27].
O que ainda é expectativa
Termos como células-tronco, exossomos e fatores de crescimento alimentam expectativa sobre o futuro da área, mas não são solução disponível [27]. A própria reportagem registra que a variedade de tratamentos pode dar a impressão de que existe uma solução pronta, e que não é bem assim [27].
Em julho de 2026, a imprensa brasileira já falava do burburinho em torno de um novo candidato a minoxidil oral, ainda em teste, e dos exossomos, impulsionados pelo mercado de beleza coreano, com dermatologistas alertando contra a automedicação [26].
Não existe produto único
Uma dermatologista e tricologista ouvida pela imprensa brasileira em setembro de 2026 foi direta: não existe um único produto capaz de acabar com todas as formas de queda, porque as causas são diferentes, incluindo a queda espalhada, a queda com afinamento, a queda em placas e as alterações ligadas a doenças do couro cabeludo [25].
A mesma reportagem traz um alerta prático. A ideia de que empilhar vários produtos necessariamente fará o cabelo crescer mais é equivocada, e em alguns casos o excesso pode provocar irritação e piorar os sintomas [25].
Óleos essenciais
Alecrim, lavanda, menta e melaleuca ganharam espaço na rotina de cuidados em 2026, mas exigem atenção na forma de uso, porque são substâncias muito concentradas [28]. Óleo essencial não é óleo vegetal, e a diferença importa na hora de aplicar.
Quando procurar um médico
Vale marcar consulta quando:
- a queda mudou de padrão e continua por mais de dois a três meses;
- você percebe a risca mais aberta, o couro cabeludo mais visível ou o fio visivelmente mais fino;
- aparecem falhas em lugares específicos, e não queda espalhada;
- a queda começou depois de uma dieta restritiva, cirurgia, doença ou emagrecimento rápido;
- existe caso de queda com início cedo na família;
- além do cabelo, você tem cansaço, mudança de peso ou de ciclo menstrual.
Levando isso em conta, um bom roteiro de investigação costuma incluir hemograma, reserva de ferro, vitamina D, vitamina B12 e avaliação da tireoide. E vale insistir em um ponto: o tratamento só faz sentido depois de saber qual é a causa.
O resumo prático
- Perder de 50 a 100 fios por dia é normal. O que importa é a mudança em relação ao seu próprio padrão.
- A queda espalhada aparece de dois a três meses depois de um estresse no organismo, como parto, dieta restritiva ou doença.
- A menopausa reduz a quantidade e a grossura do fio, e essa queda atinge cerca de metade das mulheres nessa fase.
- Ferro, vitamina D, B12 e tireoide entram na investigação, e o alvo da reserva de ferro para cabelo é mais alto do que o do exame comum.
- A queda depois do parto tem prazo previsível, mas em 90,5% dos casos havia outro tipo de queda junto.
- As canetas emagrecedoras aumentam a queda, e o gatilho provável é a perda de peso rápida, não uma agressão direta à raiz.
- Lavar o cabelo não aumenta a queda, e lavar mal pode irritar o couro cabeludo.
- Não existe produto único que resolva todos os tipos de queda. Investigar a causa vem antes de comprar qualquer coisa.
Perguntas frequentes
Dúvidas sobre este assunto
Lavar o cabelo todo dia faz ele cair mais?
Não. O fio que aparece no banho, na maior parte das vezes, já estava soltando e ia sair de qualquer forma. Deixar de lavar não impede essa queda. O que a lavagem feita de forma errada pode piorar é a saúde do couro cabeludo, com enxágue insuficiente ou produto inadequado. A frequência deve ser definida pelo seu tipo de couro cabeludo, não pelo medo de perder fio.
Quantos fios por dia são considerados normais?
A referência mais usada, da Academia Americana de Dermatologia, é de 50 a 100 fios por dia. Outros trabalhos científicos citam uma faixa um pouco maior, de 100 a 150 fios. Os dois números convivem porque a contagem depende de quanto cabelo você tem, do comprimento dos fios e de como se mede. O sinal de alerta não é o número isolado, e sim a mudança em relação ao seu próprio normal.
A queda causada pelas canetas emagrecedoras é definitiva?
Na maioria dos casos relatados, não. A queda ligada a esses medicamentos costuma ter o perfil da queda espalhada e temporária, aquela que aparece depois de um estresse no organismo. O que a literatura aponta é que o gatilho provável é a perda de peso rápida e o desgaste que ela gera, e não uma ação tóxica direta do remédio sobre a raiz do fio.
Depois do parto a queda tem prazo para passar?
Tem um padrão bem descrito. Em um levantamento com mulheres que tiveram filho, o início foi em média aos 2,9 meses, o pico aos 5,1 meses e o fim aos 8,1 meses. Um dado importante é que, em estudo com 200 mulheres, 90,5% delas tinham também outro tipo de queda associado, e não apenas a queda do pós-parto. Por isso vale investigar em vez de só esperar.
Suplemento de ferro resolve queda de cabelo?
Só resolve se existir falta de ferro comprovada por exame, e mesmo assim com orientação médica. Ferro em excesso faz mal. Além disso, a queda tem várias causas possíveis, e tratar a errada não adianta. O caminho sensato é medir antes de suplementar e tratar o que realmente está por trás da queda.
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Referências e fontes consultadas
Cada afirmação técnica desta página está vinculada a uma das fontes abaixo. Preferimos referências primárias (artigos revisados por pares, livros técnicos e normas vigentes) e sinalizamos quando a fonte é material de fabricante ou veículo de imprensa.
- Imprensa técnica
American Academy of Dermatology (AAD). Hair loss or hair shedding?. aad.org, consultado em setembro de 2026, 2026.
www.aad.org/public/diseases/hair-loss/insider/shedding
Página de orientação pública de sociedade médica. Define a referência de 50 a 100 fios por dia.
- Artigo revisado por pares
Malkud S. Telogen Effluvium: A Review. Journal of Clinical and Diagnostic Research 2015;9(9):WE01-WE03, 2015.
pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC4606321 DOI: 10.7860/JCDR/2015/15219.6492
Referência canônica mais antiga, usada aqui para a definição de queda fisiológica e para o mecanismo da queda pós-parto.
- Artigo revisado por pares
Al-Fawaeir S, Al-Odat I. Quantitative Analysis of Selected Circulating Hematological Biomarkers, Essential Minerals, Vitamins, and Thyroid Hormones in Females Affected by Hair Loss. Diseases 2025;13(11):352, 2025.
pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC12651287 DOI: 10.3390/diseases13110352
Estudo caso-controle com 100 mulheres com queda e 100 controles.
- Artigo revisado por pares
Gupta AK, Economopoulos V, Mann A, Wang T, Mirmirani P. Menopause and hair loss in women: Exploring the hormonal transition. Maturitas 2025;198:108378, 2025.
pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40318238 DOI: 10.1016/j.maturitas.2025.108378
- Artigo revisado por pares
Chaikittisilpa S, Rattanasirisin N, Panchaprateep R, et al. Prevalence of female pattern hair loss in postmenopausal women: a cross-sectional study. Menopause 2022;29(4):415-420, 2022.
pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/35357365 DOI: 10.1097/GME.0000000000001927
Estudo transversal com 178 mulheres na pós-menopausa.
- Artigo revisado por pares
Revisão publicada em Clinical and Experimental Dermatology. Menopause, skin and common dermatoses. Part 1: hair disorders. Clinical and Experimental Dermatology 2022;47(12):2110-2116, 2022.
pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10092469 DOI: 10.1111/ced.15327
- Artigo revisado por pares
Olsen EA. Hair Loss in Women. New England Journal of Medicine 2025;393(15):1509-1520, 2025.
www.ovid.com/journals/nejm/abstract/10.1056/nejmcp2412146~hair-loss-in-women DOI: 10.1056/NEJMcp2412146
Revisão clínica. Citação obtida a partir do resumo; o texto completo é pago.
- Material de fabricante
Laboratoires Dermatologiques Ducray (Groupe Pierre Fabre). Chute de cheveux et ménopause : comment y mettre un terme ?. ducray.com, atualizado em 17 de setembro de 2026, 2026.
www.ducray.com/fr-ca/chute-de-cheveux/causes-chute-de-cheveux/chute-de-cheveux-menopause
Fonte em francês, traduzida para este artigo. Material de fabricante, citado como explicação de mecanismo e não como evidência independente.
- Imprensa técnica
Rédaction de Doctissimo, com a dermatologista Dima Haidar. Ménopause : si vos cheveux s'affinent... Doctissimo, atualizado em 17 de fevereiro de 2026, 2026.
Fonte em francês, traduzida para este artigo. Jornalismo com fonte médica identificada.
- Imprensa técnica
Gireau A., com o Dr Alexandre Koutsomanis. La greffe de cheveux chez les femmes. Marie Claire Beauté (França), 14 de fevereiro de 2026, 2026.
www.marieclaire.fr/greffes-cheveux-femmes-profil-rasage-effets-secondaires,1509104.asp
Fonte em francês, traduzida para este artigo.
- Artigo revisado por pares
Bedoui F, Pinegin VB, Zaitseva VM, Antonova EA, Karray K. Analysis of trigger factors of acute telogen effluvium in women with childbearing potential. Russian Journal of Skin and Venereal Diseases 2026;29(3):307-322, 2026.
rjsvd.com/1560-9588/article/view/701314/en_US DOI: 10.17816/dv701314
Dados coletados entre setembro e dezembro de 2025. Amostra pequena (60 participantes) e sem grupo controle, limitação declarada pelos próprios autores.
- Imprensa técnica
de Roüalle N, revisado pelo Dr Antoine Campagne. Chute de cheveux et vitamines essentielles : quelles solutions ?. hairdex.fr, atualizado em 18 de agosto de 2026, 2026.
www.hairdex.fr/blog/chute-de-cheveux-et-vitamines
Fonte em francês, traduzida para este artigo. Conteúdo revisado por médico, mas é plataforma de saúde capilar e não publicação revisada por pares.
- Artigo revisado por pares
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www.jstage.jst.go.jp/article/jspog/30/2/30_246/_article/-char/en DOI: 10.18977/jspog.30.2_246
- Artigo revisado por pares
Galal SA, El-Sayed SK, Henidy MMH. Postpartum Telogen Effluvium Unmasking Additional Latent Hair Loss Disorders. Journal of Clinical and Aesthetic Dermatology 2024;17(5):15-22, 2024.
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Estudo com 200 mulheres com eflúvio telógeno pós-parto.
- Imprensa técnica
Klinik für Dermatologie, Inselspital Bern. Maladies capillaires / chute de cheveux. dermatologie.insel.ch, consultado em setembro de 2026, 2026.
Fonte em francês (Suíça), traduzida para este artigo. Página institucional de serviço de dermatologia de hospital universitário.
- Artigo revisado por pares
Vidal SI, Akiska YM, Nasseri M, Menta N, Nussbaum D, Cotton CH, Castelo-Soccio L, Friedman A. Increased risk of hair loss with GLP-1 receptor agonists: A real-world multicenter TriNetX cohort study. JAAD International 2026;25:133-135, 2026.
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Coorte com 547.993 adultos pareados. Os valores ajustados por subtipo de queda estão em gráficos na publicação e não puderam ser extraídos como texto.
- Artigo revisado por pares
Tang H, Zhang B, Lu Y, Zhang D, Liu R, Lu Y, Cotsarelis G, Asch DA, Chen Y. Risk of hair loss associated with glucagon-like peptide-1 receptor agonists in adults with type 2 diabetes: target trial emulation. The BMJ 2026;394:e100077, publicado em 22 de julho de 2026, 2026.
www.bmj.com/content/394/bmj-2026-100077
Estudo feito em adultos com diabetes tipo 2, o que limita a extrapolação direta para quem usa esses medicamentos apenas para emagrecer.
- Imprensa técnica
Landman K. Does GLP-1 use result in significant hair loss?. The Guardian, 27 de setembro de 2026, 2026.
www.theguardian.com/wellness/2026/sep/27/glp-1s-hair-loss
Fonte em inglês, traduzida para este artigo. A própria matéria registra a ausência de ensaio clínico randomizado sobre o tema.
- Imprensa técnica
Brito MR. Vivemos a 2ª 'epidemia de queda de cabelo', avaliam dermatologistas. Estadão (Pulsa / Autocuidado), 24 de setembro de 2026, 2026.
Reportagem brasileira com declaração atribuída à professora Bianca Piraccini, da Universidade de Bolonha.
- Imprensa técnica
Sillva G. Mounjaro causa queda de cabelo? Dermatologistas explicam o que fazer. A Gazeta (ES), 21 de setembro de 2026, 2026.
www.agazeta.com.br/se-cuida/mounjaro-causa-queda-de-cabelo-dermatologistas-explicam-o-que-fazer-0926
Reportagem brasileira que cita a bula do medicamento.
- Imprensa técnica
Marie Claire Brasil. Canetas emagrecedoras causam queda de cabelo ou o problema está no emagrecimento acelerado?. Marie Claire Brasil, 22 de setembro de 2026, 2026.
Cobertura do Fórum Marie Claire, com painel de tricologista, dermatologista e pesquisa de uma empresa brasileira de cosméticos.
- Imprensa técnica
GQ France, com o Dr Mohit Sodhi (University of British Columbia) e o Dr Bhavjit Kaur. Comment lutter contre la chute des cheveux quand on prend des médicaments pour perdre du poids (Ozempic, Mounjaro...). GQ France, 2026, 2026.
Fonte em francês, traduzida para este artigo. Os números de incidência vêm de ensaios conduzidos pelos fabricantes, reportados pela imprensa, e não de documento regulatório consultado.
- Imprensa técnica
Miletti A. Autoestima em queda: perda de cabelos em mulheres. Correio Braziliense, Revista do Correio, 27 de setembro de 2026, 2026.
- Imprensa técnica
Cardoso D. O couro cabeludo também precisa ser lavado de acordo com suas necessidades. Correio Braziliense (CB Radar), 26 de setembro de 2026, 2026.
www.correiobraziliense.com.br/cbradar/erro-ao-lavar-couro-cabeludo-residuos-coceira
Reportagem com a dermatologista e tricologista Alba Gómez Zubiaur.
- Imprensa técnica
O Globo (Ela). Produtos coreanos viram febre para o cabelo: eles podem combater a queda?. O Globo, 8 de setembro de 2026, 2026.
Reportagem com a dermatologista e tricologista Amanda Caroline Costa Leitão.
- Imprensa técnica
Felix P. De 'novo' minoxidil a exossomos: o que está em alta para o controle da calvície. Veja, 7 de julho de 2026, 2026.
veja.abril.com.br/saude/de-novo-minoxidil-a-exossomos-o-que-esta-em-alta-para-o-controle-da-calvicie
- Imprensa técnica
O Globo (Ela). Queda de cabelo: novos tratamentos podem recuperar os fios?. O Globo, 17 de setembro de 2026, 2026.
- Imprensa técnica
O Globo (Ela). Óleos essenciais no couro cabeludo: por que eles estão em alta nos cuidados com os fios?. O Globo, 24 de setembro de 2026, 2026.
Nota metodológica: este conteúdo é informativo e não substitui uma avaliação presencial. Diagnóstico capilar, escolha de técnica e indicação de produtos dependem de teste de mecha e análise do fio e do couro cabeludo.
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